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Prontuário eletrônico

Prontuário é o registro que a clínica é obrigada a guardar e a defender. O do DEMED trata o conteúdo clínico como dado pessoal sensível desde o banco: cifrado com chave da própria clínica, com rastro em todo acesso e sem apagamento, porque prontuário corrigido não é prontuário sobrescrito.

Cifrado com a chave da clínica, não com uma chave do sistema

O conteúdo clínico é cifrado com uma chave que pertence à clínica e que a aplicação não consegue ler sozinha. Decifrar exige passar pelo controle que confere de quem é a sessão. Duas clínicas na mesma instalação não compartilham chave, então o acesso indevido a uma não abre a outra.

Todo acesso deixa rastro antes de decifrar

A trilha de auditoria registra quem abriu, qual registro e quando, e esse registro acontece antes de o conteúdo ser decifrado. A trilha é só de acréscimo: não existe caminho, dentro do sistema, que apague ou edite uma linha dela. É isso que responde a pergunta que o paciente e o órgão fiscalizador fazem depois.

Correção não apaga: entra como versão

Errou o lado da lesão, trocou a dose, digitou no paciente errado: a correção entra como versão nova e a anterior continua guardada, com autor e data. O histórico fica disponível pelo prazo legal de guarda. Quem lê o prontuário vê a versão vigente; quem audita vê a sequência inteira.

Isolamento entre clínicas no banco, não na tela

Cada clínica tem o dado isolado por política de linha no próprio banco de dados. A restrição vive abaixo da aplicação: uma consulta mal escrita não devolve registro de outra clínica, porque o banco não entrega a linha. Filtro de tela protege contra descuido; política de linha protege contra defeito.

A IA propõe, o profissional assina

A sugestão de resumo, evolução e prescrição nasce como rascunho ao lado do campo e nada entra no prontuário sem aceite explícito. O texto assinado é o que o profissional aceitou, e é ele quem responde por isso. Nenhuma sugestão é gravada sozinha.

Perguntas frequentes

O prontuário atende à exigência de guarda do registro clínico?

O registro não é apagado: correção entra como versão nova e o histórico anterior é preservado, com autor e data, pelo prazo legal de guarda.

Quem da clínica consegue ler o prontuário de um paciente?

Quem tem a permissão do papel dele, e toda leitura fica registrada na trilha de auditoria com usuário, registro e horário.

O que acontece com o prontuário se a clínica sair do sistema?

O acervo é da clínica. A saída inclui a entrega do histórico em formato legível, do mesmo jeito que a entrada inclui a migração do que vinha do sistema anterior.

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