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Sistema médico com IA

IA em prontuário só é útil se economizar digitação sem tirar a decisão de quem assina. No DEMED ela lê o que já está no registro do atendimento e propõe o texto; a sugestão nasce como rascunho ao lado do campo, e nada entra no prontuário sem o profissional aceitar.

Rascunho ao lado do campo, nunca dentro dele

A sugestão aparece separada do que já foi escrito, com o que a IA usou para chegar nela. O profissional aceita, edita ou descarta. Não existe caminho em que o texto sugerido seja gravado sozinho, nem em que ele se misture ao que o profissional digitou sem que dê para distinguir.

Resumo, evolução e prescrição

O resumo junta o que aconteceu no atendimento de hoje com o que veio dos anteriores. A evolução propõe o texto no formato que a clínica já usa. A prescrição sugere item, dose e via a partir do que foi registrado, e continua passando pela conferência do profissional como qualquer prescrição digitada à mão.

Quem assina responde, e o registro mostra isso

O prontuário guarda o texto aceito, com autor e data, e a trilha de auditoria registra o acesso. A sugestão não vira autoria: o responsável pelo conteúdo clínico é o profissional que aceitou, e é o nome dele que o registro carrega.

O dado clínico continua cifrado e isolado

A IA trabalha dentro das mesmas regras do resto do sistema: conteúdo clínico cifrado com a chave da clínica, isolamento por política de linha no banco e trilha de auditoria em todo acesso. Usar IA não abre uma porta lateral para o prontuário.

Perguntas frequentes

A IA pode prescrever sozinha?

Não. Ela propõe um rascunho, e a prescrição só existe depois que o profissional aceita. Quem assina é o profissional.

O que a IA usa para sugerir?

O que já está registrado naquele atendimento e no histórico do paciente dentro da própria clínica.

A IA muda alguma coisa no que já foi escrito?

Não. A sugestão fica fora do campo até o aceite, e o texto do profissional nunca é substituído sem ele mandar.

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